quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Momentos...

Preciso que você precise de mim.

Intersecção

Você me ama? Então, faça uma coisa... Assassine o seu ego por mim, é o melhor para nós dois. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Si por si.

“Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.”
(Paulo Coelho)

One and only - Única



Você está na minha cabeça
E eu adoro mais a cada dia
Me perco no tempo,
Só pensando em seu rosto,
Só Deus sabe por que levou tanto tempo para esquecer minhas dúvidas
Você é o único que eu quero,

Eu não sei por que eu estou com medo,
Eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Perdoar o seu passado e simplesmente ser meu,

Eu te desafio a me deixar ser sua, única,
Juro que valho a pena,
Você me abraçar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Se eu estive na sua cabeça,
Você se prende a cada palavra que eu digo,
Perca-se no tempo,
Com a menção de meu nome,
Será que um dia eu saberei como é ficar perto de você,
E fazer você dizer que irá comigo para onde eu for?

Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi.

(Adele)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bagagem.

O que eu poderia falar desse ano que logo logo não passará de mero objeto de lembranças? Bem, foi um ano difícil. Tive muitos sonhos, grandes mudanças e paixões, desilusões sem medida, rompimentos e novas alianças, sucesso, fracasso, felicidade, amadurecimento. Poderia dizer que esse ano foi ano de amizade, companheirismo, sinceridade, cumplicidade... mas, na verdade, esse foi ano de felicidade. Sim, felicidade mesmo, essa palavrinha de dez letras. Fiz novas amizades, conservei as antigas, tive mais de 20.000 mil acessos no Blog (sim, mais de 20.000 mil), encontrei mais alguém com quem dividir um teto (Flavinha) e, por milagre de Deus, ainda continuo dividindo-o com Efigênia (que não desistiu de mim, nem eu dela), passei pelo "quarto dos infernos" quase-que-ilesa, encontrei Deus e fiquei bastante com Ele (sem me cansar). Bem, fiquei triste algumas vezes, mas na maioria fiquei feliz pelo simples fato de ter que estudar para uma prova até às três da manhã (não feliz pela prova em si, é claro), mas enfim, foi um ano de altos e baixos, de escolhas, desafios e renúncia. Como também foi um ano de estresse, de raiva, desentendimentos, mágoas e perdão. Então, agradeço a vocês (aos quais não preciso revelar nomes) que tornaram 2011 o ano mais maravilhoso de todos. Obrigada pelos conselhos, pelas críticas, pelas brigas, muito obrigada pela presença magnífica de ter cada um influenciando minha humilde forma de acreditar no agir perfeito de Deus. Obrigada pelos momentos constantes de felicidade, pelos filmes, séries, pizzas, pelas coca-cola (não encontrei bem o plural para essa bebida que consome nossos dias com o eterno vício de bebê-la), pelos momentos de loucura (principalmente, minha falta de tato para sentir quando estou ultrapassando os limites da razão) e por todos aqueles momentos denominados simplesmente como "passar-o-tempo".

No momento escuto "One and Only" de Adele e sinto-me completamente tocada pela letra. Deixo para vocês a última frase do filme e livro "Marley e Eu":

"Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"

Agradeço à vocês, meus amigos, que me fizeram sentir assim: "única".

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Meia Noite em Paris

Meia Noite em Paris, escrito e dirigido por Woody Allen. 

Sinopse: 

Owen Wilson  interpreta Gil, roteirista de Hollywood que está passando férias em Paris com a família da noiva, Inez (Rachel McAdams). Gil adora voltar à Cidade Luz. É lá que se reconecta com a "grande arte", longe do dia a dia de enlatados encomendados de Los Angeles. Seu sonho era viver nos anos 1920, quando F. Scott Fiztgerald, Ernest Hemingway e Pablo Picasso circulavam por ateliês e cafés da cidade. Certa noite, Gil misteriosamente realiza esse sonho.

Curiosidades: 

Esse filme virou a maior bilheteria do diretor nos cinemas americanos de todos os tempos. Segundo dados do "Hollywood Reporter", o longa-metragem arrecadou US$ 1,9 milhão em ingressos vendidos, entre o dia 15 e 17 de julho, nos EUA. Com esse resultado, a produção atingiu total de US$ 41,8 milhões nas bilheterias e ultrapassou os US$ 40,1 milhões de "Hannah e suas irmãs" (1986), que liderava a lista. (G1)


Crítica Positiva:

Allen adere ao realismo fantástico para discutir uma imagem de Paris que, amargamente, os americanos engoliram ao longo do século 20: é a cidade que prestigia os mestres, um lugar onde artistas sem crédito nos EUA podem se refugiar para ter seu valor reconhecido. (...) Meia-Noite em Paris defende com humor e melancolia que não se deve abdicar da vida em nome da arte - afinal, a arte mais elevada é aquela que nos ajuda a entender a vida. (Marcelo Hessel)

Woody Allen, finalmente, encontrou a sua Nova York europeia. Depois de passar por Barcelona e, demasiadamente, insistir com Londres, o cineasta aporta na Cidade Luz para contar a sua mais bela história em anos. Com “Meia Noite em Paris”, Allen demonstra-se ousado através de um projeto que já parecia idealizado antes mesmo de ser produzido. A impressão é de que Paris e Allen aguardavam a possibilidade desse encontro há tempos e dele nasce uma química natural, descontraída e, acima de tudo, fantástica. (Darlano Dídimo)

Minha Opnião: (Vamos colocar as coisas mais ou menos assim:)

Primeiro, odiei a dublagem. Quer dizer, todas as dublagens são naturalmente insuportáveis, mas esta, superou e muito a péssima qualidade das outras. Ainda tentei, inutilmente, colocar o som original, mas foi uma tentativa frustrada porque o disco não tinha essa opção.

Segundo, Gil (o principal) é um burro andante. É um mocinho cansativo, sem atitude, indeciso e sem graça. A temática do filme é até legal, original (pelo menos até onde sei) e interessante, mas absolutamente mal abordado. Talvez um pouco mais de "pulso" seria preciso para transformar esse filme num grande sucesso (pelo menos para mim).

Terceiro, Inez (noiva de Gil) é uma mulherzinha fútil, bossal e dona da razão. E o pior, Gil é tão sem personalidade quanto ela. Podemos comprovar isso na parte em que diante da provada traição (admitida por Inez), Gil sai como causador de todo problema. A questão é, se ele passou todas essas madrugadas ao lado de grandes artistas e escritores, por que "diabos" ele saiu mais idiota do que entrou?

Então, diante desses fatos, como posso definir esse filme? Ruim, não de todo. Bom, também não de todo. Enfim, vamos dizer que é razoável, o que não necessariamente tira a genialidade da ideia. O motivo é válido e a intenção é boa, mas a execução poderia ter tido um pouco mais de brilhantismo.

Ser... Humano, talvez.

O ser humano quer ser feliz. Ele quer ser feliz. Quem quer ser feliz? O ser humano. O ser humano precisa de dinheiro. Ele precisa de dinheiro. Quem precisa de dinheiro? O ser humano. O ser humano sonha em ter tudo. Ele sonha em ter tudo. Quem sonha em ter tudo? O ser humano. Humano, demasiado humano. Agora, vamos analisar: S-E-R  H-U-M-A-NO. Salvo não me engano, a palavra SER é um verbo, como também é um dos conceitos fundamentais da tradição filosófica ocidental. Como já diria Balus: "a distância entre o ser e o quase ser é imensurável". A palavra "ser", geralmente, assume três significados: existência (o Blog é = ele existe), identidade (Luiza é a autora desse texto) e predicação (Luiza é bonita = convencida - rs). Já a palavra HUMANO, do latim humanus, é a forma adjectival do nome homo, traduzido como Homem (para incluir machos e fêmeas). Na Filosofia é mantida uma distinção entre as noções de Homem e de pessoa. O primeiro refere-se à espécie biológica enquanto que o segundo refere-se a um agente racional. Enfim, se o SER é... (ele existe), se esse SER é HUMANO (é gente, ou seja, tem uma identidade) e se esse SER HUMANO é HOMEM (não passa de um animal), mas uma vez como PESSOA, torna-se um agente racional. A questão que eu proponho é: Esse querer, precisar, sonhar que o SER HUMANO anda tendo é um desejo de HOMEM ou de PESSOA?

*Está cada vez mais difícil diferenciar esses tipos na sociedade de hoje.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Propósito

"(...) o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado."

Romanos 7:15-25

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sherloooooooock.

Perceber os detalhes, a maestria com que Robert Downey Jr. interpreta Sherlock Holmes é um dom que muitos têm, mas poucos de fato reconhecem. Cada gesto, expressão, palavra, demonstra um universo de ideias escondidas dentro de um personagem muito bem escrito. O filme como um todo dá um gostinho de "quero mais" do início ao fim. E não só isso, Jude Law está perfeitamente se encontrando dentro de Watson, desculpe-me quem guarda outras opniões acerca da escolha do elenco, mas esta, com certeza, foi feita com maestria. Como também não consigo encontrar outra trilha sonora que dê "cara" e mobilidade a história. O mistério, já esperado, e o enigma, desde já vívido, acompanha o telespectador a todo momento. E o melhor, não decepciona. As soluções, as lições, os conflitos de interesses vividos por Sherlock e Watson; como a paixão desenfreada/reprimida/desenganada entre este primeiro e Irene; as diversas artimanhas do homem e da ciência; a ambição, o orgulho, o ciúme, a verdade; são dessas coisas que esse filme está cheio.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sensibilidade.

Minha pele queimava sobre o seu toque. Mas eu gostava.
E como eu gostava daquele toque.
Talvez o seu toque seja diferente dos demais.
Toca a alma. O coração. A cabeça.
Me toca por inteiro.

Passos para o futuro.

Talvez não agora, não hoje.
Mas geralmente as coisas sempre costumam se encaixar.
Dentro de nós ou no mundo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

En-clausura-da.

Há cinco dias que eu me encontrava presa naquele quarto. Quer dizer, cinco ou quase isso, não sei. Mas me lembro de pensar no quão bom seria sentir a água escorrendo por minha garganta e matando todas as minhas sedes, uma por uma. O lugar onde me achava deve ter tido belas paredes brancas, no passado, pois hoje jazem consumidas pelo morfo. Ali, naquele reino de esquecimento, eu passava o dia tentando distinguir os passos, os sons e as cores que ocasionalmente entravam pelas brechas da porta. Porém, me traí tantas vezes com os meus próprios gritos, que duvido muito que tenha aprendido a distinguir qualquer coisa além da minha dor. Uma dor sufocante que atacava o meu bem mais precioso: minha liberdade. Liberdade esta que passei uma vida inteira construindo. Liberdade esta que desafiou uma multidão de incrédulos que não conheciam nada além da sua própria vaidade. No entanto, de uma coisa eu sei bem, não importa o dia, o lugar ou a hora, mas um dia, noutro tempo, talvez até mesmo com outras pessoas, desfrutaremos de uma liberdade na qual não precisará ser construída, ela será entregue a cada um no dia do seu nascimento (de bandeja). Pena que nesse tempo as pessoas não saberão o preço pago por essa regalia - temo que talvez já estejamos vivenciando esses fatos. Tudo o que se fez um dia será desfeito. O que nasce morre. O que cresce envelhece. A verdade, para você, pode até mudar, mas o vazio dentro do homem sempre vai estar ali... lembrando o quão miserável é a sua existência, egoísta e solitária. O homem é um ser social, mas por que o capitalismo teima tanto em pregar a desigualdade de almas? E quando eu falo isso, creio que uma dúzia de pessoas entendem o que eu quero dizer. Pensando bem, meu tempo de reclusão é bem maior do que eu pensava.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tempo x Tempo.

Os dias estão passando rápido. É verdade. E não temos nenhum poder para deter essa trajetória natural do tempo. Quer dizer, talvez teríamos se não estivéssemos tão interessados em tentar controlá-lo. Acho que seja esse o verdadeiro problema. Estamos sempre cheios, com e de tantas coisas, que perdemos o real sentido do que seja tempo. Aquele propriamente dito, presente, latente, pulsante nos nossos dias. Afinal, tempo é questão de sentir. E se não paramos para senti-lo, então, como saberemos que há tempo por todos os lados da nossa vida? É, existe o nosso tempo e o tempo como ele realmente é. Aprenda a diferenciar.

domingo, 27 de novembro de 2011

Pseudotexto.

Ele não está olhando para mim. Ele não está olhando para mim. Ele não está olhando para mim. Tudo bem, quem eu estou querendo enganar, ele está olhando para mim... exatamente a partir de onde começa a correr meus botões de seda. Acho que estou com vergonha. Quero dizer, quem ele pensa que é para está olhando para mim? Odeio isso. Odeio quando estou quieta no meu canto e alguém fica olhando para mim. Odeio quando estou andando na rua e alguém fica olhando para mim. Odeio toda vez que um "homem" fica olhando para mim. Porque não são só olhares, é quase como, digamos, um assédio sexual. Não que eu ande na rua dando trela para esses indivíduos, na verdade, creio que não dou nenhum tipo de subsídio para que continuem fazendo isso. Está bem, está bem, estou exagerando, mas só um pouquinho, toda mulher tem o direito de fazer isso, vezenquando. Somos dramáticas, loucas e ciumentas., não falo de todas, claro. Toda relação precisa dessas coisas. Depois que acaba a paixão, o que é que fica? Nossa incrível capacidade de ver sempre onde não tem, ou melhor, enxergar além dessa falta de visão que atinge a maioria dos homens. É isso o que apimenta a relação, resgata a paixão, dá algum motivo para você permanecer ali na luta... resgatar uma alma perdida (esse é o sonho de toda mulher, e, não posso eu dizer que é de todo utopia). E vamos ser sinceros, homens e mulheres, depois de uma briga tudo fica melhor. E quando digo "tudo" vocês entendem o que eu quero dizer.

- Nem eu sei o que esse texto está querendo dizer.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"Teoricamente"

Relativização da coisa julgada no âmbito amoroso. A Constituição Federal no seu art. 5º, inciso XXXVI, dispõe que "a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada". No quesito "relacionamento amoroso" aplicamos a coisa julgada material. Nesta, uma vez chegado ao fim a relação, torna-se impossível a modificação dos fatos que levaram a isso ou de qualquer outro que tenha sido determinante para o rompimento, posto que a matéria em análise cumpriu todos os níveis procedimentais que se permite atingir num relacionamento. Depois de formada a coisa julgada, nenhum juiz poderá concluir de forma diversa, por qualquer motivo. Em princípio, apenas os fatos que tenham decidido o rompimento entre as partes, fazem coisa julgada material. Este rompimento não pode ser objeto de reconciliação, nem se pode iniciar novo relacionamento com o mesmo objetivo, em virtude da necessidade de promover a segurança emocional do coração, para que não se possa discutir eternamente questões que já foram suficientemente analisadas. (Crédito: Á Efigênia, que deu a ideia.)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ode à direito penal.

Penal, por que me abandonaste tu...
Ingrato, mal criado.
Doei-me tanto ás tuas causas.
Até aplicar tua pena eu apliquei.
Você me usou, jogou fora.
E agora? Que faço eu sem tu?
Quer dizer, que faço eu com tu?
A tua ilicitude me corrói as entranhas.
A tua tipicidade já tipificou meu coração.
Não tente se retratar, você é culpado sim!
E uma vez culpado, não alegue que não conhecia meus sentimentos.
Pena que não tenho, nem sou, causa interruptiva...
dessa tua punibilidade que me extingue por completo.
Você pode até mesmo usar destas tuas artimanhas garantistas,
mas o meu bom e velho senso de justiça ainda não morreu.
Não trate com "indulto" quem merece ser tratado com "graça".
Mas, por ora, até amanhã, perdoo esse teu desacato...
deixarei arquivado em algum lugar esse inquérito intelectual.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tudo um dia se ajeita.

Quando tudo diz que não e você começa a ter certeza que aquele realmente não era seu dia, uma voz fala e continua a repetir: "calma, o pior ainda está por vir". Não é por falta de criação, muito menos por amargura. A verdade é que não sofremos hoje metade do que iremos sofrer amanhã. Então, relaxe, curta as pequenas particularidades do seu dia, mesmo que isso seja uma péssima nota naquela prova que você ralou muito estudando para fazer. "A vida não é justa, meu bem"... já diria esse velho ditado que a gente nem sabe de onde veio, mas que é tão presente quanto os cabelos da nossa cabeça e o suor na nossa "cara". Às vezes me pergunto qual será a verdadeira lógica da vida... se ela nunca é aquilo que queremos e nós nunca somos aquilo que dizemos.



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Boboca não.

A questão não é amar... Amar a gente ama. E para falar a verdade, ama até demais. Somos bobas no amor, na amizade, no trabalho, com a família. Somos bobas em tantas coisas. Bobas, não bobocas. O problema das pessoas é que elas não entendem essa pequena diferença.

domingo, 6 de novembro de 2011

Eu Nado. Tu Nadas. Ele Nada.

O mundo da imaginação é de um poço profundo sem chão. E nem pense que estou tentando fazer poesia, vocês bem sabem que tem um bom tempo que não escrevo. Na verdade, faz um bom tempo que eu não sinto nada. Defina "nada". Bem, se você colocar a palavra "nada" no Google encontrará desde sites com essa palavra até o real ou fictício significado dela. Enfim, para resumir a história vamos dizer que "nada" significa "coisa nenhuma". O problema da equação da vida é que criamos expectativas por "nada", assim como também vivemos boa parte dela por e para "nada". Demoramos um bom tempo para dar significado às nossas escolhas e depois que fazemos isso, demoramos mais alguns anos até aprender quais as escolhas certas. Não é só a imaginação que tem poço fundo, nós também somos de um fundo profundo. "Então, continue a nadar, continue a nadar... talvez um dia a gente encontre alguma coisa, senão o nada do tudo ou o tudo do nada" (conjugando o verbo "nada").

A história de um assassino

O romance narra a história de Jean-Baptiste, um homem que possui um olfato extraordinariamente apurado, mas que não possui cheiro próprio, nem pudores, nem limites. Mais tarde, essa sua falta de cheiro poderá ser interpretada como um representante de sua falta de moral em um mundo no qual o amoral e o ético lutam para achar um denominador comum. O autor, por sua vez, fez um trabalho memorável ao descrever a Paris do século XVIII, cenário onde nasceu Jean-Baptiste – abandonado por sua própria mãe em meio às tripas de peixes, podridão e ratos. Passou metade da sua infância num orfanato aonde, cresceu solitário, visto que todos que mantinham contato com ele achava-no repulsivo de uma forma estranha. 

O ENREDO – Durante toda a sua vida Jean-Baptiste teve vários acidentes, doenças e chagas. Trabalhou como aprendiz de curtidor e depois como aprendiz de perfumista. Sua obsessão com cheiros é tanta e tão absoluta que, então com 14 anos, ele apresenta a si mesmo a um proeminente, porém falido, perfumista (Baldini) que o ensina a arte anciã de misturar óleos, dissecar e isolar aromas, e reduzir flores e ervas a seus óleos essenciais. Um dia Jean-Baptiste encontra uma linda jovem de 12 anos com um perfume natural totalmente diferente de todos os outros que ele guardava na memória, e acabará por matá-la por acidente, com as suas próprias mãos, de tanto desejar apoderar-se do seu odor. Mas, esta jovem é apenas uma das muitas jovens que o protagonista mata (acho que 26 no total), em busca do perfume perfeito (no filme ele mata 14 mulheres). Jean-Baptiste é capaz de evocar as mais diferentes emoções no leitor, desde simpatia, curiosidade, repulsa e ódio, que mostra um profundo autismo ao aprender cheiros diferentes à sua volta como a maioria das crianças aprende o alfabeto, ou contam números no jardim de infância. Dessa forma, ele passa seus dias identificando e organizando os cheiros em seu mundo particular – parece um autista.

MUNDO DOS PERFUMES – A ação divide-se entre o mundo dos perfumes que serve para encobrir o mundo dos fedores, dos crimes, das mentiras e da hipocrisia que caracterizam a cidade de Paris no século XVIII. O livro, até pouco tempo considerado inadaptável para a linguagem cinematográfica, foi transformado em filme pelo também alemão Tom Tykwer e, segundo vários sites de cinema, o próprio Süskind negociou os direitos de filmagem com o produtor. O filme contou com um elenco de celebridades, tais como o maravilhoso Dustin Hoffman, de belas mulheres, de uma bela fotografia e de um roteiro muito interessante. Jean-Baptiste foi interpretado pelo até então desconhecido ator Ben Whishaw. O orçamento da produção extrapolou o valor de 50 milhões de euros, segundo informações contidas no site da Deustche Welle, mas valeu a pena, o filme ficou muito bom.

SUI GENERIS – Quando os críticos e leitores sentiram pela primeira vez o aroma de “ O PERFUME” em 1985, ele prontamente tornou-se um best-seller internacional sendo traduzido para 37 línguas diferentes. O livro de Süskind é sui generis: meio horror, meio suspense, meio ficção histórica, meio erótico, meio repulsivo, meio romance, meio melancólico. Ao mesmo tempo que oferece muitos insights na mente do criminoso insano, também especula sobre o papel que o senso comum tem em nossas vidas. Todo este mundo irreal e, de certa forma, sobrenatural, acaba por ser um pretexto que o autor utiliza engenhosamente a fim de explorar as paixões básicas que movem a humanidade: "o erotismo, o poder, a necessidade de afirmação e a procura de si próprio", retratada aqui na busca do perfume ideal . E embora esta seja a história de um assassino, o próprio subtítulo o indica, os crimes acabam por diluir-se, como que desculpados pela pureza das intenções destituídas de qualquer tipo de moralidade. É por este motivo que o fim deixa um travo amargo, já que não se retiram conclusões e só a dúvida fica no ar.

MENTES ABERTAS – Apesar de muita coisa do livro ter sido dispensada na versão cinematográfica, “ O PERFUME” é um livro que deve ser degustado de mente aberta, deixando de lado preconceitos e juízos de valor, porque só assim se poderá apreender a beleza de caráter mórbido que se desprende das páginas e a crítica subjacente: quantos são frágeis e dependentes do “eu animal”.

No final da história, Jean-Baptiste volta a Paris e é partido aos bocados e comido por pessoas, devido ao efeito do perfume que tinha derramado por todo o corpo. Agora, qual o significado desta morte horrível? Pode-se ter a falsa impressão de que o autor queira afirmar que os idealistas são consumidos pelas massas ou pela podridão que o sistema produz. Mas as últimas linhas do texto fazem pensar em algo diferente: “(...) seus corações estavam bem leves (...). Pela primeira vez , haviam feito algo por amor”. 
(“O PERFUME – A História de um Assassino” de Patrick Süskind)

Uma mente brilhante

A conversa não é o seu forte. Fala lentamente e com alguma dificuldade na articulação das palavras. Umas vezes hesita, outras responde ao lado. Por vezes demonstra um sentido de humor que não chega a sê-lo completamente - e que talvez nem o seja de todo.

A sua mente só pode ser brilhante - uma beautiful mind, como reza o título original da aclamada biografia que a jornalista Sylvia Nasar publicou em 1998, e que por sua vez inspirou, em 2001, o filme homónimo de Ron Howard, com Russell Crowe no papel principal. Só assim é que se explica a extraordinária história de John Nash.

Nascido em 1928 nos Estados Unidos, Nash doutorou-se em 1950 pela Universidade de Princeton com uma tese de apenas 27 páginas que viria revolucionar a área matemática da Teoria dos Jogos. O "equilíbrio de Nash", que ele definiu nessa altura, faz hoje parte do vocabulário corrente desta disciplina científica.

A partir de finais dos anos 50, Nash desenvolveu esquizofrenia paranóide. A sua vida familiar e a sua carreira como matemático (já era considerado um génio por alguns) foram tragicamente truncadas. Perdeu o emprego, divorciou-se da mulher, Alicia, foi hospitalizado, medicado e tratado à força. Tornou-se um espectro de si próprio. Mesmo assim, durante os raros intervalos livres de delírio, continuou a fazer matemática de grande qualidade.

Nos anos 1970, Alicia voltou a acolhê-lo em sua casa (mais tarde voltariam a casar) e Nash regressou a Princeton. Passava o tempo a gatafunhar misteriosos códigos numéricos nos quadros e tornou-se conhecido como o "fantasma de Fine Hall" (o edifício do departamento de Matemática). 
A partir de finais dos anos 1980, depois de 30 anos mergulhado nos delírios da esquizofrenia, começou a melhorar e em 1994 recebeu o Prémio Nobel da Economia. 

Revê-se na personagem interpretada por Russell Crowe no filme Uma Mente Brilhante, de Ron Howard? A história do filme é próxima da verdade ou muito afastada dela?
O filme é uma ficção selectiva, mas não está completamente afastada da realidade. Alicia e eu fomos consultados - isso fazia, aliás, parte do contrato do filme. Portanto, eles tinham licença artística, mas isso não tornou a história completamente fictícia. Não diria que me revejo nele. O filme não diz absolutamente nada sobre os meus anos de formação, antes da minha chegada à Universidade de Princeton.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Fix You - Consertar você

Quando você tenta o seu melhor, mas não tem sucesso.
Quando você consegue o que quer, mas não o que precisa.
Quando você se sente cansado, mas não consegue dormir.
Preso em marcha ré.

Quando as lágrimas começam a rolar pelo seu rosto.
Quando você perde algo que não pode substituir.
Quando você ama alguém, mas é desperdiçado.
Pode ser pior?

Luzes vão te guiar até em casa
E aquecer teus ossos
E eu tentarei, consertar você

Bem no alto ou bem lá embaixo.
Quando você está muito apaixonado para esquecer.
Mas se você nunca tentar, nunca vai saber.
O quanto você vale.

Luzes vão te guiar até em casa
E aquecer teus ossos
E eu tentarei, consertar você

domingo, 30 de outubro de 2011

Contra o tempo.

E assim nossa história vai se dividindo, entre fatos vividos e esquecidos. Às vezes bate aquele vazio, aquela saudade por coisas poucas. É, talvez seja esse o meu erro, desejar coisas que não me acrescentam em nada. Desejar, querer, sonhar, tudo pode se acabar em segundos, mudando de uma só vez todas as pretensões que a sua vida tinha de se transformar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Menos x Demais.

Às vezes, a gente erra por fazer demais, amar demais, ou esperar demais e querer demais, sem nem ao menos entender que deveríamos fazer essas coisas com um grande MENOS de expectativa e confiança. Pois, os outros nunca entendem nossas razões de fazer essas determinadas coisas no DEMAIS da coisa mesmo. 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ser... humano.

Você olha, espera, se apaixona, cria esperança, chora, espera mais um pouquinho, chora de novo, desapaixona, chora, pensa que ainda gosta, chora, olha e esquece. A paixão nasce abrasadora e morre abrasada. Sentimento sem razão, espera sem lógica, carinho sem medida. E dessas não medidas surgem tantas possibilidades, tantos sentimentos, sonhos, caminhos, desenvolve-se o ser irracional, real.

Sem nexo.

É como grão de areia, pó de giz, água em boeiro, pedra em nariz. 
É como o chão no teto, dedo da mão no pé, olho no ouvido, passos em ré. 
E cantando vou seguindo na estrada desses mistérios, 
sem saber do que escrevo nem do que escreverei.

Deserto.

São nesses tempos de neutralidade, que vivo e me delicio dos desprazeres de estar no deserto... Aqueles de sentimentos mesmo. Gostamos SEMPRE de questionar o sofrimento, o amor não correspondido, as decepções. E quando você não tem nada a questionar? Quando não tem ninguém para amar ou brigar ou reconciliar e brigar de novo? Às vezes é preciso se perder em alguém para que esse alguém te mostre o caminho para você mesmo.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Um dia o tempo faz sentido

"Um dia você entende que o tempo não é inimigo. E que ele é o nosso maior mestre. Que tudo vem na hora que deve vir." Clarissa Corrêa

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Noções de Contabilidade

Uma amiga, Maervelym, mandou-me isso. Achei muitíssimo interessante e decidi postar.

PARA QUEM NÃO ENTENDE NADA DE CONTABILIDADE, VAMOS EXPLICAR MAIS OU MENOS COMO FUNCIONA:

A Solteira é Crédito
A Casada é Débito
A Viúva é Ativo Imobilizado
A Cunhada é Provisão para devedores duvidosos
A Bonita é Lançamento
A feia é Estorno
A feia e Rica é Compensação
A Bonita e Rica é Lucro
A Ex-namorada é Saldo de Exercícios Anteriores
A Namorada é Resultado de Exercício Futuro
A Noiva é Reserva Legal
A Esposa é Capital Integralizado
A Vizinha é Ação de outras companhias
A Amante é Empresa coligada
As Operações Plásticas são Benfeitorias
As Gestantes são Obras em Andamento
As Que Dão Bola são Incentivos Recebidos
As Que Não São Viúvas, Casadas ou Solteiras são Contas a Classificar
As Que Muito Namoram e Não se Casam são Saldo à Disposição da Assembléia
As Que são Surpreendidas em Flagrante são Passivo a Descoberto
E a sogra pode ser classificada como... PREJUÍZO ACUMULADO!!!

domingo, 16 de outubro de 2011

Fato.

Os homens não conseguem fazer, pensar ou sentir duas coisas ao mesmo tempo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Zé Dassilva




Chá de "simancol"

Quando as únicas coisas que você tem a confiar é a consciência da sua loucura e a loucura do seu coração, desconfie. Esses não são os requisitos corretos esperados pelo mundo. Não tente fingir que você é feliz, ou que o mundo pode ser melhor, as pessoas não mudam, o mundo não vai mudar e não é você quem vai provocar essa mudança. Existe um princípio básico na convivência em sociedade chamado de "simancol", falta muito disso na cabeça do povo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dr. House

Uma pequena homenagem ao vício da vez: Dr. House! I love him.

1. “Everybody lies.” – Todos mentem.

2. “It´s not Lupus. It’s never Lupus.” – Não é Lupus. Nunca é Lupus.

3. “Normal is not normal.” – Normal não é normal.

4. “People don´t change.” – Pessoas não mudam.

5. “Reality is almost always wrong.” – Realidade está quase sempre errada.

6. “Almost dying don’t change anything. Dying changes everything.” – Quase morrer não muda nada. Morrer muda tudo.

7. “Read less, more TV.” – Leia menos, mais TV.

8. “That’s absurd. I love it.” – Isso é um absurdo. Eu amei.

9. “Truth begins in lie.” – Verdades começam em mentiras.

10. “Symptoms never lie.” – Sintomas nunca mentem.

Fonte: Universal Channel
"Se eu cair, levante-me. Se eu chorar, consola-me. Guarda-me Senhor nos teus braços de misericórdia, porque a tua graça é a única causa de eu não ser consumida e o teu amor é o primeiro e último motivo pelo qual amei e ainda amo. O vento despenteia meus cabelos e a terra me cega os olhos. Estou perdida, ai de mim, Senhor, que sem os teus cuidados não teria nem vida."

Na maioria vezes que passamos por problemas, fechamo-nos completamente num buraquinho que denominamos nosso. A esse buraco damos o nome de “insegurança”. Para quem não sabe, a palavra “segurança” significa “estado, qualidade ou condição de seguro”, também dizemos que é a “condição daquele ou daquilo em que se pode confiar”. Então, quando passamos por tribulações perdemos momentaneamente o foco daquilo que antes acreditávamos. É como se acontecesse um terremoto e a rocha na qual estávamos firmados ficasse “em falso”. Daí desconfiamos da segurança que tínhamos e passamos a enxergar as coisas com a visão embaçada pelo sofrimento, perdemos a fé. 

É importante lembrar que a vida cristã é marcada por altos e baixos, afinal, não somos perfeitos, seguimos aquele a qual a perfeição é inalcançável por nós. Somos pecadores, fato. E não deixaremos de o ser só porque acreditamos ou deixamos de acreditar em algo ou em alguém. Somos humanos e precisamos reconhecer até onde vão as nossas limitações. Somente a partir daí que saberemos qual a barreira que deve ser quebrada/superada/trabalhada dentro de nós.

sábado, 8 de outubro de 2011

"...mais do que palavras, procurei no teu sorriso o motivo da minha felicidade."

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mão da esperança

Bem, uma amiga minha, Thaysa, falou-me sobre uma imagem que andava circulando pelo face. Esta, fruto de um sentimento sincero e de uma verdade inegociável. Peguei-a de Hugo Teixeira, que a encontrou também no face de um usuário americano. Como bem colocado na descrição da imagem, esta deveria ser a imagem do ano ou até mesmo da década. Trata-se da ligação entre cirurgião e paciente, neste caso, um bebê ainda por nascer... Este bebê sofria de uma doença chamada Espinha Bífida e, caso fosse retirado do útero da mãe, morreria. Este cirurgião é um dos únicos a terem a capacidade de operar o feto, ainda no útero da mãe. A operação foi um sucesso e, quando o cirurgião se preparava para fechar a pequena incisão que tinha feito para alcançar o bebê, este esticou a mão (já perfeitamente formada) e agarrou um dos dedos do cirurgião, como se lhe estivesse a agradecer pela "vida" que o cirurgião tinha acabado de lhe dar. Nas palavras do cirurgião: "foi o momento mais emocionante da sua vida".

A imagem apenas saiu num artigo de um jornal secundário americano.

P.S: O bebê se chama Samuel Alexander Armas e na época só tinha apenas 21 semanas. A mãe do pequeno Samuel, enfermeira obstetra em Atlanta ficou sabendo que o médico Dr. Joseph Bruner, que clinica no Vanderbilt University Medical Center em Nashville, poderia realizar esse tipo de procedimento cirúrgico de elevado risco em seu bebê. Os editores nomearam a foto como "Mão da Esperança". Samuel nasceu com perfeita saúde no dia 02/12/1999.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

 
 Não se desgaste explicando:
as pessoas só acreditam no que querem acreditar.

(Paulo Coelho)

sábado, 1 de outubro de 2011

More than words


Dizer eu te amo
Não são as palavras que eu quero ouvir de você
Não é que eu não queira
Que você diga, mas se ao menos você soubesse
Como poderia ser fácil me mostrar o que você sente
Mais do que palavras é tudo que você tem que fazer para tornar real
Então, você não precisaria dizer que me ama
Pois eu já saberia...

O que você faria se meu coração fosse partido em dois?
Mais do que palavras para mostrar o que você sente
Que seu amor por mim é real
O que você diria se eu jogasse essas palavras fora?
Depois você não poderia tornar as coisas novas
Só dizendo eu te amo

Mais do que palavras

Agora que tentei conversar com você e te fazer entender
Tudo o que você tem que fazer é fechar os olhos e estender as mãos
Para me tocar, me abraçar, não me deixar partir jamais
Mais do que palavras é tudo que você tem que fazer para tornar real
Então, você não precisaria dizer que me ama
Pois eu já saberia...

O que você faria se meu coração fosse partido em dois?
Mais do que palavras para mostrar o que você sente
Que seu amor por mim é real
O que você diria se eu jogasse essas palavras fora?
Depois você não poderia tornar as coisas novas
Só dizendo eu te amo

(Extreme)

Evolução


Todo POKEMON evolui!

Damon, o retorno!





E aí vai a homenagem pela tão esperada volta de The Vampire Diaries, terceira temporada.
E que venham muito mais gifts de Damon!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

O amor está de volta

Quatro palavras definem esse filme: 
Humor na medida certa!

Isso não significa que o filme só tem esses atrativos, claro que não. Mas ultimamente venho assistindo tantas comédias e comédias românticas extremamente apelativas, que a primeira coisa que pensei ao assistir o filme foi isso.

Curiosidades:

- Tom Hanks dirige e estrela, ao lado de sua amiga de longa data, Julia Roberts.
- A última vez que Hanks trabalhou como diretor foi em 1996, com 'The Wonders - O Sonho Não Acabou.
- O longa tem roteiro de Hanks e Nia Vardalos ('Casamento Grego').

Crítica Positiva:

Se não fosse pela dupla Hanks e Roberts, e pelo talentoso elenco de apoio, esse seria apenas um divertido e romântico filme para ser exibido na Sessão da Tarde. Usando e abusando de lições de vida, e do invejável poder do ser humano de se reerguer perante crises, o romance entretém do início ao fim, e nos faz sentir saudade do ápice da carreira de Hanks e Roberts, estrelando filmes que, mesmo que bobos, divertiam e acrescentavam algo em nossas vidas. (Renato Marafon)

Crítica Negativa:

(...) parece lógico, portanto, que ele tenha realizado um filme simpático, mas possivelmente ingênuo e legal demais para os tempos atuais de crise e comédias de baixaria. (...) Porque, obviamente, você percebeu que se trata de uma história de amor mais do que uma comédia romântica. Parece que Hanks tentou acrescentar tintas de crítica social, retrato deste momento, mas lhe faltou mais acidez, mais empenho. Entre os dois gêneros, o filme balança sem atingir nenhuma das duas propostas. (Rubens Ewald Filho)

Minha Opinião:

Não sei se foi o horário avançado, o momento de carência ou o fato de eu amar de "coração" esses dois atores (Tom Hanks e Julia Roberts), que me fizeram colocar esse filme na lista dos "assista outra vez", coisa que não tenho feito com nenhum outro filme ultimamente. Porém sei que ele não é perda de tempo. É claro que não se compara com os grandes sucessos estrelados anteriormente por eles, muito menos aborda o amor de forma diferente e inovadora, mas o mérito está exatamente aí... O segredo de um bom filme é transformar o óbvio em algo observável. E o filme ganhou minha atenção. Não se pode negar que existe alguns furos no roteiro, mas o filme não foi feito apenas para criticar nem tão pouco falar de amor, ele fala essencialmente sobre mudança e o desafio proposto é "o que você encontra no meio do caminho?"

Para ler o sinopse ou assistir o filme online, clique aqui.

P.S: Assistam o filme e comentem!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Crazyy

1- Associação de Professores ………........“Os Fora de Lei”
2- Director de Turma …………………….”O Poder Diabólico”
3- A Associação de Estudantes …..............”O Clube dos Bons Malandros”
4- Os Alunos …………………………….“Solteiros e Tarados”
5- O Director …………………………….”Kilas, O Mau da Fita”
6- O Último Dia de Aulas ………..........….”Apocalipse Now”
7- O Carnaval ……………………………”A Guerra das Estrelas”
8- O 1º Dia de Aulas……………………..."Manhã Sangrenta”
9- O Ano Lectivo…………………………”A História Interminável”
10- As Férias …………………………….”Música no Coração”
11- A Ida para a Aula …………………….”Caminho dos Suplícios”
12- A Ida para a Rua ……………………..“O Caminho da Glória”
13- A Suspensão………………………….”Férias Quentes”
14- O (Último)Toque de Saída ………........”A Corrida Mais Louca do Mundo I”
15- Os Pontos ……………………………."Os Malditos”
16- A Saída das Notas…………………….”A Noite do Espanto”
17- As Aulas de Português…………………”Frustração de Um Poeta”
18- O Refeitório……………………………”O Último Mundo Canibal”
19- O Intervalo ……………………………”Uma Louca Aventura”
20- A Matrícula…………………………….”O Passaporte para o Inferno”