segunda-feira, 10 de outubro de 2011

"Se eu cair, levante-me. Se eu chorar, consola-me. Guarda-me Senhor nos teus braços de misericórdia, porque a tua graça é a única causa de eu não ser consumida e o teu amor é o primeiro e último motivo pelo qual amei e ainda amo. O vento despenteia meus cabelos e a terra me cega os olhos. Estou perdida, ai de mim, Senhor, que sem os teus cuidados não teria nem vida."

Na maioria vezes que passamos por problemas, fechamo-nos completamente num buraquinho que denominamos nosso. A esse buraco damos o nome de “insegurança”. Para quem não sabe, a palavra “segurança” significa “estado, qualidade ou condição de seguro”, também dizemos que é a “condição daquele ou daquilo em que se pode confiar”. Então, quando passamos por tribulações perdemos momentaneamente o foco daquilo que antes acreditávamos. É como se acontecesse um terremoto e a rocha na qual estávamos firmados ficasse “em falso”. Daí desconfiamos da segurança que tínhamos e passamos a enxergar as coisas com a visão embaçada pelo sofrimento, perdemos a fé. 

É importante lembrar que a vida cristã é marcada por altos e baixos, afinal, não somos perfeitos, seguimos aquele a qual a perfeição é inalcançável por nós. Somos pecadores, fato. E não deixaremos de o ser só porque acreditamos ou deixamos de acreditar em algo ou em alguém. Somos humanos e precisamos reconhecer até onde vão as nossas limitações. Somente a partir daí que saberemos qual a barreira que deve ser quebrada/superada/trabalhada dentro de nós.