quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Momentos...

Preciso que você precise de mim.

Intersecção

Você me ama? Então, faça uma coisa... Assassine o seu ego por mim, é o melhor para nós dois. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Si por si.

“Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.”
(Paulo Coelho)

One and only - Única



Você está na minha cabeça
E eu adoro mais a cada dia
Me perco no tempo,
Só pensando em seu rosto,
Só Deus sabe por que levou tanto tempo para esquecer minhas dúvidas
Você é o único que eu quero,

Eu não sei por que eu estou com medo,
Eu já estive aqui antes,
Cada sentimento, cada palavra,
Já imaginei tudo,
Você nunca saberá se nunca tentar,
Perdoar o seu passado e simplesmente ser meu,

Eu te desafio a me deixar ser sua, única,
Juro que valho a pena,
Você me abraçar em seus braços,
Então venha e me dê uma chance,
Para provar que eu sou a única que pode trilhar esse caminho,
Até o final começar,

Se eu estive na sua cabeça,
Você se prende a cada palavra que eu digo,
Perca-se no tempo,
Com a menção de meu nome,
Será que um dia eu saberei como é ficar perto de você,
E fazer você dizer que irá comigo para onde eu for?

Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Eu sei que não é fácil desistir do seu coração,
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi
Ninguém é perfeito
(Eu sei que não é fácil abrir mão de seu coração),
Acredite, eu aprendi.

(Adele)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bagagem.

O que eu poderia falar desse ano que logo logo não passará de mero objeto de lembranças? Bem, foi um ano difícil. Tive muitos sonhos, grandes mudanças e paixões, desilusões sem medida, rompimentos e novas alianças, sucesso, fracasso, felicidade, amadurecimento. Poderia dizer que esse ano foi ano de amizade, companheirismo, sinceridade, cumplicidade... mas, na verdade, esse foi ano de felicidade. Sim, felicidade mesmo, essa palavrinha de dez letras. Fiz novas amizades, conservei as antigas, tive mais de 20.000 mil acessos no Blog (sim, mais de 20.000 mil), encontrei mais alguém com quem dividir um teto (Flavinha) e, por milagre de Deus, ainda continuo dividindo-o com Efigênia (que não desistiu de mim, nem eu dela), passei pelo "quarto dos infernos" quase-que-ilesa, encontrei Deus e fiquei bastante com Ele (sem me cansar). Bem, fiquei triste algumas vezes, mas na maioria fiquei feliz pelo simples fato de ter que estudar para uma prova até às três da manhã (não feliz pela prova em si, é claro), mas enfim, foi um ano de altos e baixos, de escolhas, desafios e renúncia. Como também foi um ano de estresse, de raiva, desentendimentos, mágoas e perdão. Então, agradeço a vocês (aos quais não preciso revelar nomes) que tornaram 2011 o ano mais maravilhoso de todos. Obrigada pelos conselhos, pelas críticas, pelas brigas, muito obrigada pela presença magnífica de ter cada um influenciando minha humilde forma de acreditar no agir perfeito de Deus. Obrigada pelos momentos constantes de felicidade, pelos filmes, séries, pizzas, pelas coca-cola (não encontrei bem o plural para essa bebida que consome nossos dias com o eterno vício de bebê-la), pelos momentos de loucura (principalmente, minha falta de tato para sentir quando estou ultrapassando os limites da razão) e por todos aqueles momentos denominados simplesmente como "passar-o-tempo".

No momento escuto "One and Only" de Adele e sinto-me completamente tocada pela letra. Deixo para vocês a última frase do filme e livro "Marley e Eu":

"Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"

Agradeço à vocês, meus amigos, que me fizeram sentir assim: "única".

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Meia Noite em Paris

Meia Noite em Paris, escrito e dirigido por Woody Allen. 

Sinopse: 

Owen Wilson  interpreta Gil, roteirista de Hollywood que está passando férias em Paris com a família da noiva, Inez (Rachel McAdams). Gil adora voltar à Cidade Luz. É lá que se reconecta com a "grande arte", longe do dia a dia de enlatados encomendados de Los Angeles. Seu sonho era viver nos anos 1920, quando F. Scott Fiztgerald, Ernest Hemingway e Pablo Picasso circulavam por ateliês e cafés da cidade. Certa noite, Gil misteriosamente realiza esse sonho.

Curiosidades: 

Esse filme virou a maior bilheteria do diretor nos cinemas americanos de todos os tempos. Segundo dados do "Hollywood Reporter", o longa-metragem arrecadou US$ 1,9 milhão em ingressos vendidos, entre o dia 15 e 17 de julho, nos EUA. Com esse resultado, a produção atingiu total de US$ 41,8 milhões nas bilheterias e ultrapassou os US$ 40,1 milhões de "Hannah e suas irmãs" (1986), que liderava a lista. (G1)


Crítica Positiva:

Allen adere ao realismo fantástico para discutir uma imagem de Paris que, amargamente, os americanos engoliram ao longo do século 20: é a cidade que prestigia os mestres, um lugar onde artistas sem crédito nos EUA podem se refugiar para ter seu valor reconhecido. (...) Meia-Noite em Paris defende com humor e melancolia que não se deve abdicar da vida em nome da arte - afinal, a arte mais elevada é aquela que nos ajuda a entender a vida. (Marcelo Hessel)

Woody Allen, finalmente, encontrou a sua Nova York europeia. Depois de passar por Barcelona e, demasiadamente, insistir com Londres, o cineasta aporta na Cidade Luz para contar a sua mais bela história em anos. Com “Meia Noite em Paris”, Allen demonstra-se ousado através de um projeto que já parecia idealizado antes mesmo de ser produzido. A impressão é de que Paris e Allen aguardavam a possibilidade desse encontro há tempos e dele nasce uma química natural, descontraída e, acima de tudo, fantástica. (Darlano Dídimo)

Minha Opnião: (Vamos colocar as coisas mais ou menos assim:)

Primeiro, odiei a dublagem. Quer dizer, todas as dublagens são naturalmente insuportáveis, mas esta, superou e muito a péssima qualidade das outras. Ainda tentei, inutilmente, colocar o som original, mas foi uma tentativa frustrada porque o disco não tinha essa opção.

Segundo, Gil (o principal) é um burro andante. É um mocinho cansativo, sem atitude, indeciso e sem graça. A temática do filme é até legal, original (pelo menos até onde sei) e interessante, mas absolutamente mal abordado. Talvez um pouco mais de "pulso" seria preciso para transformar esse filme num grande sucesso (pelo menos para mim).

Terceiro, Inez (noiva de Gil) é uma mulherzinha fútil, bossal e dona da razão. E o pior, Gil é tão sem personalidade quanto ela. Podemos comprovar isso na parte em que diante da provada traição (admitida por Inez), Gil sai como causador de todo problema. A questão é, se ele passou todas essas madrugadas ao lado de grandes artistas e escritores, por que "diabos" ele saiu mais idiota do que entrou?

Então, diante desses fatos, como posso definir esse filme? Ruim, não de todo. Bom, também não de todo. Enfim, vamos dizer que é razoável, o que não necessariamente tira a genialidade da ideia. O motivo é válido e a intenção é boa, mas a execução poderia ter tido um pouco mais de brilhantismo.

Ser... Humano, talvez.

O ser humano quer ser feliz. Ele quer ser feliz. Quem quer ser feliz? O ser humano. O ser humano precisa de dinheiro. Ele precisa de dinheiro. Quem precisa de dinheiro? O ser humano. O ser humano sonha em ter tudo. Ele sonha em ter tudo. Quem sonha em ter tudo? O ser humano. Humano, demasiado humano. Agora, vamos analisar: S-E-R  H-U-M-A-NO. Salvo não me engano, a palavra SER é um verbo, como também é um dos conceitos fundamentais da tradição filosófica ocidental. Como já diria Balus: "a distância entre o ser e o quase ser é imensurável". A palavra "ser", geralmente, assume três significados: existência (o Blog é = ele existe), identidade (Luiza é a autora desse texto) e predicação (Luiza é bonita = convencida - rs). Já a palavra HUMANO, do latim humanus, é a forma adjectival do nome homo, traduzido como Homem (para incluir machos e fêmeas). Na Filosofia é mantida uma distinção entre as noções de Homem e de pessoa. O primeiro refere-se à espécie biológica enquanto que o segundo refere-se a um agente racional. Enfim, se o SER é... (ele existe), se esse SER é HUMANO (é gente, ou seja, tem uma identidade) e se esse SER HUMANO é HOMEM (não passa de um animal), mas uma vez como PESSOA, torna-se um agente racional. A questão que eu proponho é: Esse querer, precisar, sonhar que o SER HUMANO anda tendo é um desejo de HOMEM ou de PESSOA?

*Está cada vez mais difícil diferenciar esses tipos na sociedade de hoje.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Propósito

"(...) o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado."

Romanos 7:15-25

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sherloooooooock.

Perceber os detalhes, a maestria com que Robert Downey Jr. interpreta Sherlock Holmes é um dom que muitos têm, mas poucos de fato reconhecem. Cada gesto, expressão, palavra, demonstra um universo de ideias escondidas dentro de um personagem muito bem escrito. O filme como um todo dá um gostinho de "quero mais" do início ao fim. E não só isso, Jude Law está perfeitamente se encontrando dentro de Watson, desculpe-me quem guarda outras opniões acerca da escolha do elenco, mas esta, com certeza, foi feita com maestria. Como também não consigo encontrar outra trilha sonora que dê "cara" e mobilidade a história. O mistério, já esperado, e o enigma, desde já vívido, acompanha o telespectador a todo momento. E o melhor, não decepciona. As soluções, as lições, os conflitos de interesses vividos por Sherlock e Watson; como a paixão desenfreada/reprimida/desenganada entre este primeiro e Irene; as diversas artimanhas do homem e da ciência; a ambição, o orgulho, o ciúme, a verdade; são dessas coisas que esse filme está cheio.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sensibilidade.

Minha pele queimava sobre o seu toque. Mas eu gostava.
E como eu gostava daquele toque.
Talvez o seu toque seja diferente dos demais.
Toca a alma. O coração. A cabeça.
Me toca por inteiro.

Passos para o futuro.

Talvez não agora, não hoje.
Mas geralmente as coisas sempre costumam se encaixar.
Dentro de nós ou no mundo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

En-clausura-da.

Há cinco dias que eu me encontrava presa naquele quarto. Quer dizer, cinco ou quase isso, não sei. Mas me lembro de pensar no quão bom seria sentir a água escorrendo por minha garganta e matando todas as minhas sedes, uma por uma. O lugar onde me achava deve ter tido belas paredes brancas, no passado, pois hoje jazem consumidas pelo morfo. Ali, naquele reino de esquecimento, eu passava o dia tentando distinguir os passos, os sons e as cores que ocasionalmente entravam pelas brechas da porta. Porém, me traí tantas vezes com os meus próprios gritos, que duvido muito que tenha aprendido a distinguir qualquer coisa além da minha dor. Uma dor sufocante que atacava o meu bem mais precioso: minha liberdade. Liberdade esta que passei uma vida inteira construindo. Liberdade esta que desafiou uma multidão de incrédulos que não conheciam nada além da sua própria vaidade. No entanto, de uma coisa eu sei bem, não importa o dia, o lugar ou a hora, mas um dia, noutro tempo, talvez até mesmo com outras pessoas, desfrutaremos de uma liberdade na qual não precisará ser construída, ela será entregue a cada um no dia do seu nascimento (de bandeja). Pena que nesse tempo as pessoas não saberão o preço pago por essa regalia - temo que talvez já estejamos vivenciando esses fatos. Tudo o que se fez um dia será desfeito. O que nasce morre. O que cresce envelhece. A verdade, para você, pode até mudar, mas o vazio dentro do homem sempre vai estar ali... lembrando o quão miserável é a sua existência, egoísta e solitária. O homem é um ser social, mas por que o capitalismo teima tanto em pregar a desigualdade de almas? E quando eu falo isso, creio que uma dúzia de pessoas entendem o que eu quero dizer. Pensando bem, meu tempo de reclusão é bem maior do que eu pensava.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tempo x Tempo.

Os dias estão passando rápido. É verdade. E não temos nenhum poder para deter essa trajetória natural do tempo. Quer dizer, talvez teríamos se não estivéssemos tão interessados em tentar controlá-lo. Acho que seja esse o verdadeiro problema. Estamos sempre cheios, com e de tantas coisas, que perdemos o real sentido do que seja tempo. Aquele propriamente dito, presente, latente, pulsante nos nossos dias. Afinal, tempo é questão de sentir. E se não paramos para senti-lo, então, como saberemos que há tempo por todos os lados da nossa vida? É, existe o nosso tempo e o tempo como ele realmente é. Aprenda a diferenciar.