quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bagagem.

O que eu poderia falar desse ano que logo logo não passará de mero objeto de lembranças? Bem, foi um ano difícil. Tive muitos sonhos, grandes mudanças e paixões, desilusões sem medida, rompimentos e novas alianças, sucesso, fracasso, felicidade, amadurecimento. Poderia dizer que esse ano foi ano de amizade, companheirismo, sinceridade, cumplicidade... mas, na verdade, esse foi ano de felicidade. Sim, felicidade mesmo, essa palavrinha de dez letras. Fiz novas amizades, conservei as antigas, tive mais de 20.000 mil acessos no Blog (sim, mais de 20.000 mil), encontrei mais alguém com quem dividir um teto (Flavinha) e, por milagre de Deus, ainda continuo dividindo-o com Efigênia (que não desistiu de mim, nem eu dela), passei pelo "quarto dos infernos" quase-que-ilesa, encontrei Deus e fiquei bastante com Ele (sem me cansar). Bem, fiquei triste algumas vezes, mas na maioria fiquei feliz pelo simples fato de ter que estudar para uma prova até às três da manhã (não feliz pela prova em si, é claro), mas enfim, foi um ano de altos e baixos, de escolhas, desafios e renúncia. Como também foi um ano de estresse, de raiva, desentendimentos, mágoas e perdão. Então, agradeço a vocês (aos quais não preciso revelar nomes) que tornaram 2011 o ano mais maravilhoso de todos. Obrigada pelos conselhos, pelas críticas, pelas brigas, muito obrigada pela presença magnífica de ter cada um influenciando minha humilde forma de acreditar no agir perfeito de Deus. Obrigada pelos momentos constantes de felicidade, pelos filmes, séries, pizzas, pelas coca-cola (não encontrei bem o plural para essa bebida que consome nossos dias com o eterno vício de bebê-la), pelos momentos de loucura (principalmente, minha falta de tato para sentir quando estou ultrapassando os limites da razão) e por todos aqueles momentos denominados simplesmente como "passar-o-tempo".

No momento escuto "One and Only" de Adele e sinto-me completamente tocada pela letra. Deixo para vocês a última frase do filme e livro "Marley e Eu":

"Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"

Agradeço à vocês, meus amigos, que me fizeram sentir assim: "única".

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