quarta-feira, 13 de julho de 2011

É...  Às vezes a gente se pergunta o porquê de certas coisas. Sempre repetimos que não cometeremos o mesmo erro.  Mentira. E bota mentira nisso. Amamos o erro. Nos apegamos ao erro. Viramos o erro. 25% dos textos escritos aqui são sobre uma certa pessoa. Uma pessoa que ocupou por um longo tempo a minha vida, que ocupou por um longo período os vazios dentro de mim. Pois é, acho que nesses 25% coloquei que não o queria mais, falei para as minhas amigas que sofri muito na relação e que mesmo ele sendo uma ótima pessoa, nunca daria certo... Nossos mundos eram diferentes. E o pior é que realmente são, são mesmo. Eu é que sou sempre tão burra em continuar cometendo o mesmo erro. Juro que de cara não quis isso, mas todo aquele momento nostálgico de nossos sonhos passados/presentes/futuros, ah, isso me tirou do sério. E mais uma vez, ele não tomou nenhuma atitude. Estou cercada de homens inteiramente sem atitude, quer dizer, os homens que eu gosto e gostei. Espero esquecer os dois, como esqueci o outro. Sei que um já foi esquecido, outro vai ser quase impossível esquecer e o último, que pode ser considerado o segundo depois do primeiro, está quase em processo de desencantamento. Você pode até pensar: “essa menina ama demais”, não se engane... Uma pessoa que ama demais é amada de menos, essa é a regra. Então, sigo com essas minhas ilusões platônicas, visto que em minha vida, dessas três, só uma deu certo. E mesmo assim, só vigorou por um certo tempo. Ando em busca de um amor que o primeiro não pôde me dar, o segundo não pôde viver e o terceiro, talvez, tenha pensado na hipótese de viver comigo.

P.S: Esse terceiro é o segundo depois do primeiro.
P.S²: A ordem está conforme fui esquecendo-os.

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